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23 de maio de 2012

Por Henrique Cruz.

21 de maio de 2012

Por Henrique Cruz.

11 de maio de 2012

Fonte: http://www.filedegato.com
Por Henrique Cruz.

4 de maio de 2012

Friozinho pede:

Fonte: http://www.filedegato.com/home.aspx
Por Henrique Cruz.

20 de fevereiro de 2012

Tirinhas: http://www.verdetiras.com/

Por Henrique Cruz.

10 de janeiro de 2012

10 Dicas para “não-vegetarianos” que convivem com vegetarianos

Mais tirinhas aqui!

1º – Não pense que os vegetarianos são espartanos que se alimentam de cenouras cruas e brotos de feijão.
A pergunta que mais ouço é “O que você come?”
Esta me deixa desconcertada; o que pode responder uma pessoa que tem uma dieta razoavelmente variada? Eu como espaguete, refogados, humus, cozidos, sorvete de framboesa, minestrone, saladas, burritos de feijão, bolo de gengibre, lentilha, lasanha, espetinhos de tofu, waffles, hambúrgueres vegetarianos, alcachofras, tacos, bagels, arroz com açafrão, musselina de limão, risoto de cogumelos silvestres — o que você come?
2º – Aprenda um pouco de biologia.
Eu ainda não sei bem o que fazer com pessoas que são inteligentes sob outros aspectos mas acham que uma galinha não é um animal. Só para constar, vegetarianismo significa não consumir carne vermelha, aves, ou peixe — nada que tenha um rosto. Já perdi a conta das vezes em que garçons sugeriram um prato de frutos do mar como entrada “vegetariana”.
3º – Principalmente se as pessoas forem vegetarianas por razões éticas, não julgue que elas não se importarão com “só um pouquinho” de carne em sua refeição.
Você aceitaria “só um pouquinho” de seu gato, ou “um bocadinho” do Tio Jim em sua sopa?
4º – Deixe de fazer lobby para a indústria da carne.
Parece que os “não-vegetarianos” pensam que os vegetarianos são como as pessoas que fazem regime e que nós queremos trapacear de vez em quando. Meu pai tem certeza de que se ele conseguir me convencer que sua carne enlatada é uma delícia, eu vou ceder e comê-la. Amigos tentam me fazer experimentar “só um pedacinho” de qualquer prato com carne que eles estejam comendo, partindo da premissa de que é tão bom que é impossível que eu recuse. Há vezes em que penso que os “não-vegetarianos” aprenderam a fazer pressão com os caras malvados dos filmes anti-drogas que nós assistíamos no ginásio. Ouçam bem: não precisam insistir dizendo que é “ótimo”, nós não vamos comer.
5º – Quando um vegetariano fica doente, não diga a ele ou a ela que está desnutrido.
Dos comentários que ouvi quando tive gripe, vocês pensariam que os “não-vegetarianos” nunca ficam doentes. Quando eu fico doente, tem sempre alguém esperando para me dizer que é por causa da minha dieta. Na verdade, da mesma forma que existem “não-vegetarianos” saudáveis e doentes, há vegetarianos saudáveis e doentes. (Por falar nisso, estudos demonstraram que os vegetarianos tem o sistema imunológico mais resistente do que os “não-vegetarianos”.)
6º – Quando estiverem em um restaurante com um vegetariano, tenham paciência — comer fora pode ser um desafio mesmo para o mais consumado vegetariano.
Apesar da aceitação em voga da dieta à base de vegetais, a maior parte dos cardápios de restaurantes ainda está repleta de produtos animais.
Alguns restaurantes parecem não ter nada a não ser carne em seus cardápios; mesmo as saladas têm ovos ou frango! Não reclamem se seus esforços para determinar os ingredientes exatos do minestrone parecerem paranóia; a experiência nos ensinou que esses interrogatórios à mesa são necessários. Após anos interrogando garçons e garçonetes, descobri que itens descritos como vegetarianos muitas vezes contém caldo de galinha, banha, ovos, ou outros ingredientes animais.
7º – Não façam caretas para nossos alimentos.
Antes de torcerem o nariz para meu cachorro-quente de soja ou para o tofu, pensem naquilo que vocês estão comendo. Só porque se alimentar de animais é amplamente aceito, isso não significa que não seja uma grosseria.
8º – Percebam que nós provavelmente já ouvimos isso antes.
Uma das coisas mais engraçadas sobre ser veg é a pessoa que tem certeza de ter o argumento que vai mudar minha maneira de pensar. Quase que invariavelmente vêem como uma destas jóias:
(a) “Animais comem outros animais, portanto porque os seres humanos não o fariam?” (Resposta: A maior parte dos animais que mata para se alimentar não sobreviveria se não o fizesse. Esse obviamente não é o caso com os seres humanos. E desde quando usamos os animais como exemplo de comportamento?)
(b) “Nossos ancestrais comiam carne.” (Resposta: Talvez — mas eles também moravam em cavernas, conversavam aos grunhidos, e tinham escolhas muito limitadas de estilo de vida. Supõe-se que nós já tenhamos evoluído desde aquela época.)
9º – Apesar da opinião popular, vocês não têm o direito de esperar que os vegetarianos transijam convicções pessoais em nome da “cortesia”.
Pessoas que nunca sonhariam em convidar um alcoólatra recuperado para experimentar sua vodca preferida, ou em querer que alguém que levasse uma vida kosher aceitasse um pouco de bacon, acham perfeitamente razoável esperar que eu coma o bolo de carne da tia Maria porque eu o adorava quando criança e ela ficaria muito ofendida se eu não aceitasse um pouco agora.
10º – Parem de dizer que os seres humanos “precisam” comer carne; Nós somos a prova viva de que não precisam.
Pessoas que sob outros aspectos respeitam minha capacidade de me cuidar recusam-se a acreditar que não tomei a decisão de me tornar vegetariana impulsivamente. Eu fiz muita pesquisa sobre o vegetarianismo — provavelmente mais do que vocês fizeram sobre dieta e nutrição — e estou confiante da escolha que fiz.
Vocês conhecem os estudos que demonstram que os “não-vegetarianos” tem duas vezes mais possibilidade de morrer de problemas cardíacos, 60% mais chance de morrer de câncer e 30% a mais de possibilidade de morrer de outras doenças? Eu não estaria comendo desta maneira se uma extensa pesquisa não tivesse me convencido de que o vegetarianismo é mais saudável e mais ético do que comer carne; uma pergunta mais pertinente seria se você pode justificar a sua dieta.”

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Só pra constar: minha intenção não é doutrinar ninguém com essa postagem. Podem até me chamar para um churrasco  (não que eu ache bonito ver um pedaço de bicho no espeto, pelo contrário, mas valorizo a boa convivência com os seres humanos). Aliás, ir em eventos assim é a oportunidade de mostrar as inúmeras opções vegetarianas, nesse caso, o sojasco. Ei, vegetariano (ou não), informação nunca é demais!
Por Nathalia Mota

28 de outubro de 2011

ENEM 2011 cita pecuária como inimiga do meio ambiente



A prova amarela do ENEM 2011, realizada neste sábado, 23 de outubro, trouxe uma questão sobre o problema da emissão de gás metano pela pecuária. Considerando que o ENEM deste ano teve mais de 6 milhões (6.221.697) de inscritos, podemos deduzir que muitas pessoas tiveram acesso a essa informação, talvez, pela primeira vez. Confira a questão:
De acordo com o relatório “A grande sombra da pecuária” (Livestock’s Long Shadow), feito pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, o gado é responsável por cerca de 18% do aquecimento global, uma contribuição maior que a do setor de transportes. Disponível em: www.conpet.gov.br. Acesso em: 22 jun. 2010.
A criação de gado em larga escala contribui para o aquecimento global por meio da emissão de:
a) metano durante o processo de digestão.
b) óxido nitroso durante o processo de ruminação.c) clorofluorcabono durante o transporte de carne.d) óxido nitroso durante o processo respiratório.e) dióxido de enxofre durante o consumo de pastagens.
Por Willian Santos


21 de dezembro de 2010

Acervo de natal a favor da vida


Os panfletos acima estão disponíveis para download AQUI!


"Neste Natal não contribua com a morte. Faça parte da solução: viva e deixe viver. "


Segue abaixo fotos que podem ser úteis nessa época natalina
(Clique nas imagens para ampliar)















































Obs: Todas essas fotos são parte de arquivos da internet e nenhum pertence ao VIDA.


Por Nathalia Mota

9 de dezembro de 2010

Pessoas ainda têm medo de praticar o vegetarianismo

 [Atenção - Todas as informações divulgadas sobre a fiscalização de maus tratos dos animais no RODEIO de Assis-SP podem ser vistas clicando __AQUI!  ] 


Falta de informação faz muitos fugirem da alimentação sem carne 

 Então você decidiu tornar-se vegetariano, mas ainda falta dar aquele último passo. Talvez você ainda consuma algum peixe ou ave “só de vez em quando”, ou talvez você ainda coma carnes todos os dias, mas esteja pensando tão seriamente e com tanta convicção sobre o assunto que você já se considera um vegetariano (o que obviamente é um engano).
Pensando nisso, o que falta para você fazer a transição final? O que impede as pessoas de darem o último passo em direção ao vegetarianismo, mesmo aquelas que já entenderam, em todas as esferas, que a dieta vegetariana é a melhor escolha?

Na minha observação, a resposta a esta pergunta reside num único sentimento: o medo. Ele é a grande barreira que impede as pessoas de concretizarem a sua decisão, levando-as a criar desculpas para si mesmas ou a aumentar barreiras que poderiam ser transpostas com alguma atitude positiva. Esse medo pode ser o medo de parecer diferente, de ter que enfrentar os amigos ou familiares, de ficar desnutrido, de ter que abrir mão do paladar, entre outros.

Sobre o medo de parecer diferente, existe inclusive o medo de ter que frequentar lugares para os quais a pessoa criou uma ilusão estereotipada e cujo simples pensamento já a remete a uma sensação de temor do diferente ou desconhecido. Um exemplo disso é imaginar, sem nunca ter frequentado um, que todos os restaurantes vegetarianos são lugares onde temos que deixar os sapatos na porta e recitar mantras em sânscrito antes de comer. O que não é necessariamente ruim, mas também não representa a maioria dos estabelecimentos nesse ramo.

Esse é um medo muito fácil de ser resolvido, geralmente com uma simples experiência. Mas acreditem: há pessoas que têm temor de ter uma primeira experiência em um restaurante vegetariano. Por outro lado, a surpresa e satisfação que elas experimentam são proporcionais, haja vista que, com muito sabor e um ambiente acessível à realidade da maioria das pessoas, os restaurantes vegetarianos em geral cumprem bem o papel de dissipar este mito. A mesma experiência, seja num restaurante vegetariano ou na casa de um amigo, pode ser válida para dissipar o mito de que, para se tornar vegetariana, a pessoa terá que abrir mão do paladar.

Ela causa desnutrição?
O medo de ficar desnutrido é sem dúvida um dos maiores medos que se impõe como uma barreira para a transição final. Na minha experiência no consultório, onde atendo exclusivamente a pacientes que são vegetarianos ou que estão justamente buscando dar esse último passo, eu observo que o que a maioria das pessoas busca é o aval de um profissional especializado que diga a elas: “vá em frente, vai ficar tudo bem”.

Elas já tomaram a decisão, já estão prontas, mas falta-lhes libertarem-se da última ponta de apego ou medo do novo e diferente. É claro que a informação é importantíssima para isso, e é para isso que elas me procuram e de fato levam consigo informações que farão toda a diferença para o sucesso da sua dieta vegetariana.

Mas eu também observo em muitos dos meus pacientes que, além da sensação de segurança que somente a informação pode lhes conferir, há também uma sensação de alívio, algo como “que bom que agora eu posso acreditar naquilo que eu já sabia estar certo o tempo todo”. E de fato, no campo nutricional, com a informação e cuidado corretos, deixamos para trás o aquilo que poderíamos temer, restando apenas aquilo do que desfrutar!

Seja qual for o medo, a chave está na informação e na coragem de experimentar. Atualmente, a informação sobre o tema está amplamente disponível àqueles que a procurarem. Quanto à coragem, no caso específico de dar o último passo em direção ao vegetarianismo, estamos falando de uma ação ou experimento que oferece poucos riscos.

No campo da nutrição, o experimento está certamente destinado a ser bem-sucedido se for aliado à informação. No campo gastronômico, o maior risco que a pessoa corre é o de aprender os nomes de novos alimentos ou ter que pagar por uma refeição que não a agradou.

Já no campo social, esta é uma área mais delicada, pois há o risco de criar conflitos com pessoas queridas ou ambientes críticos. Mas com algum estudo, a pessoa pode estar preparada para saber argumentar de maneira a minimizar os conflitos e assim guiar as discussões para o caminho da resolução ao invés do caminho do enfrentamento improdutivo.

Com tantas pessoas tornando-se vegetarianas, esta área complexa que é a dos relacionamentos humanos já vem sendo bastante explorada e experimentada no que diz respeito ao tema, por pessoas que provavelmente já passaram por situações muito parecidas com a do novo adepto. Fazendo uso dos diversos fóruns eletrônicos e outras formas de troca de experiências e apoio, os erros e acertos de outros podem servir como um rico aprendizado que ajuda a minimizar os conflitos sociais.

Se você é uma dessas pessoas que ainda não se permitiu dar o último passo, procure lembrar-se do que foi que te motivou desde o início. Se o motivo foi pela sua saúde, você só tem a ganhar em fazer a transição o quanto antes. Os medos de carências nutricionais não passam disso mesmo: medos.
As justificativas criadas por você (ainda que inconscientemente) no intuito de te ajudar a manter a boa saúde estão mais provavelmente adiando esta conquista de um grau superior de saúde. As informações, os estudos científicos e as experiências individuais trazem uma mensagem bastante clara: é possível adotar uma dieta vegetariana em qualquer fase da vida, bastando para isso observar alguns cuidados nutricionais que são relativamente fáceis de serem seguidos. Informe-se e vá em frente!

Se o que te motivou foi uma questão ambiental, é desnecessário dizer que nesse campo estamos correndo contra o tempo e qualquer desculpa que possamos inventar para justificar o apego a uma dieta centrada na carne não ajudará a amenizar o impacto exagerado que exercemos sobre o planeta e que atualmente o coloca à beira da destruição.

O que precisamos é de ação, sobretudo de uma revisão daquelas ações que realizamos ao menos três vezes por dia ao sentarmos à mesa. Cada dia que você adia para dar o próximo passo é um dia em que você cometeu ao menos três erros perfeitamente evitáveis que afetam diretamente a saúde do planeta.

Se o motivo que te despertou para o vegetarianismo foi a questão animal, é desnecessário dizer que cada dia que você perpetua a sua racionalização para buscar justificar a sua impossibilidade em parar de comer carne é um dia fatal para os animais. E para esses, assim como para o planeta, as suas desculpas são sem efeito.

Você tem o poder para fazer a mudança que deseja fazer em sua vida e o último passo está logo aí, bem à sua frente. Basta munir-se de informação, despir-se dos medos e caminhar, um grande passo a cada dia. Você não demorará a descobrir que a caminhada não é apenas mais fácil do que você imaginava.
Ela é também repleta de surpresas e ganhos diversos pelos quais você nem esperava, pois se mantinham encobertos pelos medos que você outrora cultivava. Este último passo em direção ao vegetarianismo é, na verdade, apenas um dos primeiros passos dentre os que podem ser considerados essenciais para trilhar o caminho da saúde, da consciência ambiental e do respeito a todas as formas de vida.

Fonte - George Guimarães


Por Nathalia Mota

31 de outubro de 2010

Tirinha



Por Nathalia Mota

1 de outubro de 2010

Dia 1° de Outubro - Dia Mundial do Vegetarianismo

 (Mais tirinhas em www.verdetiras.com)
 
No dia 1 de Outubro comemora-se o Dia Mundial do Vegetarianismo. Este dia foi estabelecido em 1977 pela Sociedade Vegetariana Norte Americana. Depois disso, todos os anos, comunidades vegetarianas em todo o mundo têm celebrado o Dia Mundial do Vegetarianismo. Este dia serve para chamar a atenção da comunidade em geral para os problemas causados pelo consumo de carne e ainda para informar sobre as vantagens de uma alimentação vegetariana.

Espera-se pois que no Dia Mundial do Vegetarianismo se comemore o prazer, a compaixão e os muitos aspectos do vegetarianismo que dão outro sabor à vida nos mais variados campos.

Preocupações com a saúde
* "… dietas vegetarianas bem preparadas são saudáveis, nutricionalmente adequadas, e proporcionam benefícios de saúde na prevenção e tratamento de diversas doenças." (Posição da Associação Americana de Dietética (American Dietetic Association) e da Dietistas do Canadá (Dietitians of Canada) - Junho 2003)

Compaixão pelos animais
* "800 milhões de galináceos, 15 milhões de ovelhas, 9 milhões de porcos e 3 milhões de vacas são assassinados todos os anos no Reino Unido". (Compassion in World Farming)

* "A questão não é `Podem eles pensar?`, nem `Podem eles falar?`, mas
Podem eles sofrer?" (Jeremy Bentham)

Consciência ecológica
* Exemplo de problemas aquíferos: São necessários 100 000 litros de água para produzir um quilograma de bife e apenas 500 para um quilograma de batatas. (fonte: Compassion in World Farming Trust, 2002). Peritos dizem que é insustentável o crescimento nas necessidades de carne e lacticínios.

Problema da fome global
* Cerca de três quintos do consumo global de grãos são para alimentar animais.

* Uma percentagem gradativamente maior de trigo é usada para alimentar animais nos países industrializados - 45% na União Europeia.

* Espera-se que "mesmo em 2030 existirão cerca de 440 milhões de mal nutridos" (Fonte: FAO – World agriculture 2015/2030)  


Deixamos-te algumas ideias de como podes celebrar o Dia Mundial do Vegetarianismo:

* Faz um menu vegetariano e envia-o por correio ou pela Internet aos amigos e conhecidos;
* Convida a família e os amigos para um jantar especial;
* Organiza uma refeição vegetariana e convida o público e os VIPs locais;
* Monta bancas em locais públicos e distribui material informativo;
* Incentiva a biblioteca local, da tua escola ou a que frequentas mais regularmente a fazer uma selecção de livros relacionados com o vegetarianismo e fazer um destaque especial;
* Vende/oferece livros de culinária vegetariana;
* Organiza eventos em escolas, colégios e universidades;
* Prepara mostras vegetarianas em rádios e televisões;
* Coloca anúncios na imprensa;
* Envia artigos e notas de imprensa para que os media publiquem artigos
sobre o vegetarianismo;
* Organiza vigílias e marchas;
* Organiza oficinas de arte para jovens sobre temáticas vegetarianas;
* Pede comida vegetariana em estabelecimentos públicos;
* Envia postais e cartões electrónicos  http://www.dgreetings.com/vegetarianday

Referências:  http://www.european-vegetarian.org/lang/pt/info/wvd.php


Por Nathália Mota

11 de agosto de 2010

Os animais têm que permanecer amarrados

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Os animais têm que permanecer amarrados

Pois os humanos têm o estranho fascínio de conter os animais não-humanos, acorrentar, acoleirar, prender, confinar, amarrar, colocar grilhões, cabresto, para impedir a livre movimentação. Para impedir que vá embora. Para manter dentro das fronteiras de sua propriedade. Para a ave que ainda pode escolher a rota de vôo, e especificamente pode voar, há uma que vê o mundo através das gradezinhas de um aquário – uma gaiola, olho como o derradeiro fiapo de liberdade. Cardumes rodam sem mapa de navegação, mas os atuns já ganharam seu chiqueiro, para que não saiam das bordas de um proprietário, tolhidos da possibilidade de, oceano extenso, ir em frente. Mas não se permite.

Se o cachorro não está a fim de andar, a coleira resolve essa insubordinação, e seu dono-tutor-feitor sai para passear no sábado de manhã, de abrigo e óculos escuros. E dá-lhe patinhas acompanhando o passo, mais uma das coisas que não escolheu em sua vida de eletrodoméstico-que-aprendeu-a-fazer-xixi-no-jornal. O cachorro sortudo, porque o azarado vai permanecer preso no pátio até o dia que morrer, com horizontes limitados ao comprimento da corrente que – em um momento magnânimo – for comprada para ser presa a seu pescoço. São pessoas que gostam de animais.

Basta abrir os olhos durante o fluxo de trânsito – é um desafio, pois a maioria se recusa a abrir os olhos, e podem reagir com violência à insistência – para ver o cavalo preso pela boca, cabeça, pescoço e tronco, puxando uma carroça que não lhe devolve sequer comida e água, em troca da perda da liberdade e do terror diário na zoeira urbana, chicote e chutes pontuando a lembrança do ‘quem é que manda em quem’. Lhe resta andar para frente, puxando o peso da inércia social e do remorso engessado em quem diz ter pena do cavalo, do carroceiro, dos filhos do carroceiro, da égua grávida que capotou no asfalto, dos meninos no sinal, dos velhinhos no asilo etc. Que a configuração dos astros ou whatever lhe permita ser manso durante o jogo de xadrez das ruas entupidas, pois para muitos cavalos assustados com os automóveis a solução é ter o olho esquerdo perfurado ou queimado. Ele abriu os olhos demais, enquanto outros se recusam a enxergar, presos atrás de um monitor de computador, presos à pressão do círculo social, às ordens dos pais ou do cônjuge, à vergonha de se perceber sentindo o que o vizinho não sente.

Na pecuária, o gado vai, ou vem, inclusive vem a este mundo, sob os desígnios de um cara de chapéu, chamado de doutor pelos peões – intermediários entre dono e gado, embora não percebam. Uma argola no nariz da vaca, piercing à força, e docilmente ela se dirige ao lugar correto, ou faz a pose certa para os fotógrafos, quando alguma autoridade quer fazer cafuné na cabeça dela, durante a abertura de alguma feira de agronegócio. A vitela – pauta de emails enviados por muita gente que acha um horror, mas come carne sem grilo – é o ponto máixmo do desenvolvimento da arte de prender um animal e lucrar com cada vez menos espaço, valendo tickets de supermercado cada vez maiores, lá adiante. Em todas as situações, o aferrolhamento dos não-humanos como segurança para os humanos, no financeiro, no ‘desenvolvimento econômico, social e geração de empregos e renda’, no lazer e na masturbação do paladar diário.

Levar as crianças ao zoológico é desfilar perante o conceito de que as feras ficam presas, para nossa segurança. Até há as feras gentis, mas é melhor não confiar. As que parecem gente, parece até que nos entendem, parece que sabe que estamos falando delas, parece mesmo que estão nos olhando nos olhos.


Fonte

Por Nathália Mota

22 de julho de 2010

Banana Pop - Tirinha

 
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Por Nathália Mota

29 de junho de 2010

Liberdade?



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Por Nathália Mota

1 de junho de 2010

Banana Pop - Tirinha











































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Por Nathália Mota