17 de setembro de 2010

Conexão Repórter (SBT) disponibiliza na internet vídeo sobre crueldade com animais

Foi ao ar ontem, quinta-feira, 16 de setembro de 2010, às 21h30m.  

O jornalista Roberto Cabrini ( twitter delefale com o Cabrinicomente no blog do programa ) do SBT comandou um programa realmente contundente e provavelmente o primeiro a mostrar de forma clara na tv aberta brasileira os motivos pelos quais milhões de pessoas no mundo todo deixaram de consumir produtos com ingredientes animais e de participar da indústria da morte.

Câmeras escondidas mostraram a indústria da morte e descobriram flagrantes de abandono, maus-tratos, além de denunciar como funciona um mercado que movimenta milhões de reais.

Segue abaixo o programa na íntegra.

Parte 1



Parte 2





Parte 3




Parte 4




Fonte

Por Nathália Mota

16 de setembro de 2010

Dia 16/09 no SBT TV: "Conexão Repórter" mostra crueldades com os animais



O "Conexão Repórter" desta quinta (16), mostra a violência contra os animais. Roberto Cabrini apresenta imagens comoventes, reais e que retratam a crueldade humana.

Câmeras escondidas descobrem flagrantes de abandono, maus-tratos, além de denunciar como funciona um mercado que movimenta milhões de reais. O tráfico de animais é terceiro mercado clandestino mais rentável do mundo.

A reportagem acompanha as dificuldades da polícia em cumprir a lei e da justiça em punir quem maltrata os bichos, além de flagrar a venda indiscriminada de animais silvestres na maior cidade do país.

O programa, apresentado pelo jornalista Roberto Cabrini, vai ao ar a partir das 21h25, no SBT.

Fonte

Por Nathália Mota

15 de setembro de 2010

A verdade sobre o rodeio



Cultura?
Esporte?
Diversão?

Não existe felicidade onde há dor e sofrimento.
Assine a petição para conseguirmos acabar com esse sadismo na cidade de Assis-SP:
http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/6556

Sua ajuda é essencial!

Por Alex Peguinelli

“Vocês são os que não comem carne, né?”

Na verdade, o abate é tão somente uma das formas de escravidão animal – de forma diferente, podemos citar os cavalos de carroça, os coelhos em laboratórios de testes de produtos, o touro na tourada, o macaco no zoológico, a lagosta viva no restaurante chique, os cachorros nas fazendas chinesas, a lista é quase infinita.

Quer dizer, há o abate final após uma vida de não-liberdade, e há a vida inteira de tortura, sem a bênção da morte como fim do terror. Se bem que, por exemplo, os cavalinhos de carroça são estourados a vida toda, e na finaleta alguns acabam no abatedouro, diferente de seus iguais que capotaram no asfalto e espumaram pela boca até a chegada do toque piedoso da sra Morte.

especismo

Então o cidadão médio nivela a coisa como ‘não comem carne’, pelo máximo de excentricidade que consegue vislumbrar, um abstêmio, como já ouvi certa vez. Pensar naquilo que não lhe traz um benefício imediato, e sempre para si, está fora de cogitação, pois desde o parar de fumar até a reza aos domingos, é sempre para benefício pessoal, em última análise.

Mas há uma realidade por trás do glamour aparente, desta opção não-escolhida que a maioria segue entoando tal como não escolheu o time de futebol para o qual torce, mesmo que grite e pule a cada jogo assistido. 
E a grande massa pensa, por ignorância ou remorso, que tudo é como no sítio da Vovó Donalda, com animais felizes e de estimação.  

Uma rápida análise das embalagens dos produtos em supermercado nos faz pensar que os animais voluntariamente dão sua vida pela carne servida aos humanos, a galinha cordialmente se esforça para dar os ovos aos humanos, o porco aparece com chapéuzinho de cozinheiro, etc. Sempre para os humanos, jamais seus corpos-ingredientes são gentilmente cedidos às feras, aos predadores naturais ou a quem, vá lá, esteja moribundo e morrendo de fome. Sempre ao dono-patrão-proprietário-’tutor’-patriarca-humano.
Aquela visão bucólica da pecuária, onde sempre parece que o gado está de fones de ouvido, praticamente meditando.

E os processos industriais ou da agricultura familiar não entram nesse cálculo, porque para quem morre ou dá seus anos de vida em troca de alimento diário, tanto faz se o algoz é de uma família quatrocentona latifundiária oligárquica ou é pobre.

Há quem fique chocado ao ver uma castração a frio – ‘tradição’ em regiões do RS – que ocorre sempre longe dos flashes da mídia comprometida em lamber as botas do patronato rural. Mas quem faz a castração a faca, faz de forma automática, com cigarro no canto da boca, já esquentando o fogareiro rústico para apreciar as bolas de touro, ‘que se abrem como couve-flor, quando está no ponto’.

Quem martela o gongo do anti-especismo pretende descolar as pálpebras da pessoa ao lado, largar uma bolinha de ping-pong nas idéias, com vistas não a um ganho pessoal seu, mas ao que percebe como justo. Talvez isso é o que provoque tantas reações contrárias e narizes torcidos, em um mundo onde quem não leva algum, está por fora.

E qualquer informação desagradável, imagem chocante, nada mais é que o mundo real, o expediente diário de quem decide a utilização deste ou daquele animal para seu lucro, ou para o lucro de seu patrão.

Entretanto, a imagem desagradável do macaco no laboratório é fruto de quem acha que os animais estao aí para nos servir, a imagem desgradável do porco pendurado em ganchos é fruto de quem acha que os animais estão aí para nos servir de alimento, ‘e todo esforço é necessário, afinal de contas’. o anti-especismo aponta essa injustiça e propõe uma vida fora do que a ‘tradição’ manda.

Não se separa a atitude em gavetinhas etiquetadas, compartimentando as pessoas conforme os conceitos até então aprendidos – e que diariamente se provam errados. Não comer carne é ‘um pequeno passo para o homem’, etc. Mas é uma ação para abrir as demais portas, que como as pálpebras estavam seladas pelo bom-mocismo das idéias, pelo medo de parecer idiota.

Fonte (Marcio de Almeida Bueno)

Por Nathália Mota

13 de setembro de 2010

Donal Watson: o criador do termo "vegan"


Donald Watson, o inglês que criou o termo ‘vegan’ em 1944 (da palavra VEGetariAN), teria completado 100 anos semana passada, no dia 2 de setembro. Ele morreu cinco anos atrás com quase 95 anos.

Watson foi um pacifista, pioneiro da agricultura vegânica e uma pessoa que vivia em cada dia seus princípios.

Donald foi um pioneiro no sentido puro da palavra. Segundo informação no website da Vegan Society, que ele fundou, desde 1909 havia um debate sobre a ética de se consumir produtos derivados do leite dentro do movimento vegetariano, do qual Donald fazia parte. Isso o levou, junto com Elsie Shrigley, a concluir que seria desejável coordenar vegetarianos que não consumiam laticínios, apesar da oposição que lhes foi posta pelo próprio movimento vegetariano.

O primeiro encontro aconteceu em Londres numa tarde ensolarada de novembro. Naquele dia, seis vegetarianos ‘sem laticínio’ que compartilhavam uma forma de pensar decidiram formar uma nova sociedade. Em 1962 foi fundada a Vegan Magazine (Revista Vegana), e desde então a Vegan Society vem ajudando milhares e milhares de pessoas a abandonar produtos animais e adotar uma postura mais compassiva em relação aos não humanos, o meio ambiente e sua própria saúde.

Fonte: http://planetavegetariano.blogspot.com/

Alex Peguinelli