10 de janeiro de 2011

Ajude o gatinho Vitório em Assis-SP

"Vitório foi encontrado em meio a muito sangue e miados estridentes. Ele estava sem parte da pata dianteira direita, com seus ossinhos em pedaços e à vista. Muitas larvas se alimentavam do seu tecido morto. Vitório foi levado ao veterinário, que nos atendeu em pleno domingo .                                      
Segundo o veterinário, Vitório carrega essa fratura que teve os ossos das falanges, rádio e ulna da pata dianteira direita totalmente comprometidos, há cerca de uma semana. Toda a DOR e SOFRIMENTO que esse gatinho sentiu, durante dias, é resultado do ABANDONO e dos MAUS-TRATOS praticados por "seres humanos". Essa é a TRISTE e DOLOROSA realidade dos animais que vivem nas ruas.

Agora ele está em tratamento. Este gatinho precisa muito da nossa ajuda! Faça a diferença, colabore VOCÊ também com o tratamento de Vitório, qualquer quantia é válida:
http://www.vakinha.com.br/Vaquinha.aspx?e=29415

contato:http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=16739327130321595245

Por Henrique Cruz

9 de janeiro de 2011

Universidade dos EUA é acusada de mutilar e queimar animais

A PETA recebeu uma denúncia de que a University of Texas Medical Branch (UTMB) em Galveston, EUA, está abusando de cães, ovelhas, macacos, ratos e outros animais - torturados pelos experimentos nos laboratórios da universidade.

Um infiltrado da PETA relatou que, num teste em que os cães eram cortados e tinham tubos implantados no cólon, um cão morreu durante a operação e outro agonizou com dores e acabou morrendo por falta de analgésicos – ou seja, de choque pela dor. Os pesquisadores da UTMB também inseriram cordas na espinha e causaram danos nos nervos de ovelhas. Em uma situação, a ovelha não suportava a dor, mesmo três dias após a cirurgia, mas não recebeu analgésicos. Os ratos aparentemente morreram de desidratação e um macaco foi trancado sozinho, mesmo sabendo-se que primatas precisam de contatos e interações sociais para manter a sanidade e saúde física.

Em outros procedimentos no “buraco do inferno”, como a PETA chama, o pesquisador Daniel Traber submeteu ovelhas, porcos e ratos a queimaduras de terceiro grau em 40% do corpo, feitas com bicos de bunsen (chama alimentada por gás) ou metais quentes, e forçou os animais a inalar a fumaça.

A PETA preencheu uma denúncia formal com o Departamento de Agricultura dos EUA, pedindo uma investigação imediata.

Texto de Giovanna Chinellato  (da Redação ANDA)

Fonte

Por Alex Peguinelli

8 de janeiro de 2011

Creme Amarelo



1 cx de Creme de soja (Alternativa ao Creme de Leite)
1 colheres (sopa) de Mostarda
1 colheres rasa (sopa) de Creme de Cebola
1 colheres rasa (sopa) de Polvilho Azedo
2 colheres (sopa) Azeite
Curry e/ou Açafrão a gosto.
½  limão espremido
1 colheres (sopa) de Margarina Vegetal – opcional
Acerte o sal
Orégano  a gosto

Dissolva em um pouquinho de água o creme de cebola e o polvilho azedo. Misture com o restante dos ingredientes em uma panela e leve ao fogo mexendo sempre para não empelotar. Utilize este creme para recheios, coberturas de pizza, lasanha, rondelli, panqueca, etc. 


Por Henrique Cruz.

6 de janeiro de 2011

Animais que ninguém vê

Não, eles não são invisíveis – embora algumas vezes pareçam, tão despercebidos passam no meio do cotidiano. E, definitivamente, eles estão ali.


Eu confesso que só comecei a perceber quando passei a enxergar o mundo com outros olhos. Então me dei conta de que muitas vezes estava sentada em cima deles. Ou, pior ainda, pisando neles.
De uma forma ou de outra estavam todos inseridos em minha rotina – e na de muitos ao meu redor. Quietos. Calados. Mudos. Mesmo sem dar seu consentimento, estão ali. Mas, com certeza, se estão ali, é com nosso consentimento – e omissão.

Houvesse uns óculos transformadores e veríamos as aberrações que fazemos com eles. Imagine uns óculos como os 3D – que trazem a realidade das telas para mais perto de nós – que revelassem a real natureza das coisas.

Logo de manhã, antes mesmo de sair de casa para trabalhar, veríamos bois e vacas espremidos no guarda-roupa em forma de sapatos, cintos, bolsas, casacos. As marcas da violência ainda evidentes no couro. Vendo a blusa de seda, notaríamos a larva ainda se contorcendo dentro do casulo. Alguns encontrariam pedaços mortos de coelhos, raposas, jacarés e toda a fauna usada para preencher o capricho humano, cuja imaginação, nessa área, parece ilimitada.

Estariam todos lá – olhar caído, dor estampada nos olhos, com a humildade que lhes é exigida para ser útil à humanidade. Sangue escorrendo pela face. Uma morte por uma boa causa, diz quem quer se livrar da própria consciência.

No nosso banho também os descobriríamos lá, quando saltassem, de dentro do vidro de xampu, unhas, pelos, cascos, pedaços de dentes, chifres e tecidos córneos de diversos animais. Uma cena digna de filme de terror, dessas que dão asco na tela. E passamos esses restos mortais transformados por químicas em nossa cabeça, pelo corpo, sobre toda a pele.
Há quem use até cera encontrada no espermacete do esperma de baleias e golfinhos. O ser humano tem gostos estranhos… O que dizer?

Como nos banhar com animais mortos não é suficiente para nossa compulsão doentia de mostrar quem manda no reino animal, nossa fome busca mais e queremos literalmente devorá-los. E abrindo a geladeira, os óculos reveladores nos mostrariam animais em pedaços, fragmentos de corpos agora inanimados.
As fatias de bacon, presunto e salame pulariam para o chão, saltitando e rememorando a época em que eram partes de porcos. Querem brincar e dançam com o cachorro da casa. Animais em comunhão.

A alcatra, a maminha, o colchão mole e o duro tentam em vão remontar o ser que outrora foram – não são mais. Ainda não desossado, o frango ousa bater asas e descobre, a duras penas, que não pode mais ciscar.
Animais em pedaços. Histórias interrompidas. Morte oculta em nosso cotidiano. Mas quem quer ver?

Sem os óculos reveladores a vida fica mais fácil. A geladeira só tem comida – nada de pedaços de cadáveres; os produtos de beleza revelam só beleza – e não a feiúra da morte que os compõem.


E então, sentado sobre o sofá de couro, é tranquilizador aninhar o cãozinho de estimação no colo tão bem cuidado, tão bem tratado, passar a mão em seu pelo macio e sentir como é bom viver em harmonia com os animais.

Fonte (Viviane Pereira)

Por Nathalia Mota

4 de janeiro de 2011

Para 2011: Inspiração!



Nós, ativistas pelo direito animal precisamos de força e coragem para lutar pelos que não podem.
Desejamos boas inspirações para todos neste ano que se inicia.

Saiba como é o trabalho da Sea Shepherd Conservation Society. O V.I.D.A. teve o prazer de conhecer no ENDA 2010 dois ativistas que fazem parte desta Sociedade, e aqui está a mensagem de um deles:

“Saudações dos mares do sul…
Finalmente consegui colocar o meu blog (gunterfilho.blogspot.com)  e twitter (@GunterFilho) para funcionar. 
Lá vcs poderão ficar sabendo das novidades em primeira mão, bem como acompanhar o nosso dia-a-dia no navio.
Fiquem de olho por que a Operation No Compromise está prometendo….
Por favor, divulguem o blog para o máximo de pessoas possível.
Grande abraço,
Gunter”.





A HISTÓRIA DA SEA SHEPHERD CONSERVATION SOCIETY
A Sea Shepherd Conservation Society foi oficialmente fundada no estado de Oregon, nos EUA, em 1981. Já havia a idéia de sua criação quando o Capitão Watson fundou a Earth Force Society em Vancouver, no Canadá, em 1977. O objetivo inicial de ambas as organizações era o de proteção e conservação dos mamíferos marinhos, visando, como meta imediata, o fim da caça ilegal às baleias e focas, porém, posteriormente, a Sea Shepherd expandiu sua missão, incluindo toda a vida marítima.
Em 1978, com apoio financeiro de Cleveland Amory, do Fund for Animals, a Sociedade comprou seu primeiro navio, o inglês Westella, e rebatizou-o de Sea Shepherd. Sua primeira missão foi viajar rumo às águas gélidas do Leste do Canadá  para interferir na atual matança de filhotes de focas harpa, conhecidas como “casaco branco”.  No mesmo ano, a Sea Shepherd perseguiu e abalroou o notório navio baleeiro Sierra num porto português, pondo fim à sua infame carreira de fantasma dos mares.
O sucesso da campanha contra a caça às focas e o abalroamento do Sierra marcaram o início das 160 viagens históricas da Sea Shepherd durante as próximas duas décadas, assumindo um papel de fiscalização e execução de leis internacionais de conservação onde elas não se aplicam – em alto-mar.
A Sea Shepherd continua realizando sua missão, apoiando e fazendo cumprir tratados internacionais, como acordados pela Carta Mundial da Natureza das Nações Unidas, comprometendo-se com a erradicação da caça ilegal de baleias; contra o assassinato de tubarões para uso de suas barbatanas, a destruição de habitats, os crimes contra a vida marinha e a violação de leis que regem os oceanos.

Por Henrique Cruz.